sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

PSOL sobre negociações com a pré-candidatura de Marina Silva

- Considerando a resolução do recente Diretório Nacional do PSOL, definindo critérios para as negociações com a pré-candidatura de Marina Silva, e que estes critérios foram encaminhados em reunião da comissão do PSOL junto ao Partido Verde;

- Considerando que entre os critérios está a independência política da candidatura de Marina e a necessidade de enfrentar a polarização conservadora entre PT e PSDB;

- Considerando que para que esta independência se concretize, além da linha geral da campanha nacional, um dos critérios estabelecidos na proposta do PSOL foi a construção de palanques estaduais na disputa eleitoral de 2010 que não fossem ligados a estes dois blocos acima referido;

- Considerando que o PV estabeleceu uma coligação com o PSDB para as eleições no Rio de Janeiro e que esta política expressa, além de negar a independência dos palanques estaduais, indica uma decisão por não enfrentar a polarização conservadora no plano nacional;

A Executiva Nacional resolve:

- Considerar encerradas as negociações em torno do apoio do PSOL à candidatura do PV à presidência da República;

- Deliberar que o PSOL encaminhará os processos internos de construção de sua candidatura própria à presidência da República, organizando e preparando os debates entre os pré-candidatos nos mecanismos e instâncias partidárias.

Brasília//DF, 21 de janeiro de 2010.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

VITÓRIA DAS BASES

Vários parlamentares e dirigentes nacionais do PSOL começam soltar notas indicando o fim das conversas com Marina e PV. Apesar do desgaste causado com essas negociações até hoje isso se caminha para o sepultamento.

Alguns textos dizem que a causa do rompimento são devido as declarações e a movimentação do PV em aproximação - nos estados – de suas lideranças para alianças com o PSDB e DEM e não a grande pressão que as bases do partido vinham fazendo.

A decisão oficial pode sair na reunião do próximo dia 21/01, antes tarde do que nunca!

Agora bola pra frente, precisamos preparar nossa conferência eleitoral – sem a possibilidade de aliança com o partido burguês PV – e vermos os nomes que melhor podem levar um programa socialista aos trabalhadores do Brasil.

O sentimento de alivio dos militantes de Imperatriz e creio de todo o estado com a possibilidade, agora real, de termos uma chapa classista, com a verdadeira esquerda perfilhada para a luta contra o capitalismo e o reformismo dos partidos ditos de esquerda mais que sempre estão do lado dos burgueses.

Wilson Leite – Presidente do Diretório Municipal de Imperatriz-MA.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

PSOL NA TELINHA

Será exibido nesta quinta-feira, 07 de janeiro - logo no primeiro intervalo do Jornal Nacional -, a propaganda eleitoral do Partido Socialismo e Liberdade em rede nacional de TV. O PSOL terá 10 minutos para fazer um relato das ações de seus parlamentares, fazer uma análise da crise econômica e ambiental do Brasil e do planeta.

Não percam!!!

sábado, 21 de novembro de 2009

Continuar sendo o “guarda chuva dos socialistas”

As resoluções da Executiva Nacional do PSOL publicada no sítio do Partido dia 16 de outubro de 2009 é recheada de motivos para os militantes de base ficar de alerta.
Reflete o mesmo quadro já configurado no II Congresso realizado em São Paulo. Divergências profundas sobre os rumos da tática eleitoral e da ação política em sua totalidade.
Nestes poucos anos da dura batalha para construir o PSOL, Heloísa Helena cumpriu honrosamente o papel de liderança, assim como foi no Senado sua luta contra os perseguidores dos direitos dos aposentados e contra os corruptos de toda espécie.
Neste momento, Heloísa Helena entende que contribuirá mais como Senadora por Alagoas, com chance real de eleição, que como candidata a presidente. Apesar de discordar, somos obrigados a aceitar esta decisão. Mas este fato é “expressão de uma crise política na medida em que demonstra sua (do PSOL) incapacidade de resolver satisfatoriamente o nome que irá substituir o de Heloísa Helena e representar o PSOL em 2010”, afirma a resolução.
Além da conjuntura adversa, como bem constata a resolução, este impasse vira caos total quando “temos de um lado aqueles que entendem ser pertinente a adoção de uma tática eleitoral em torno de uma eventual aliança/apoio do PSOL com a candidatura Marina Silva...”.
Por que esta posição leva a um caos total?
Em primeiro lugar, Marina Silva tem uma trajetória militante, mas desde 2002, com a vitória eleitoral de Lula, foi fiel executora da inflexão política feita pelo PT cujos parâmetros estão na “Carta ao povo brasileiro” publicada por Lula em 22 de junho de 2002. “Aqui ganha toda a sua dimensão de uma política dirigida a valorizar o agronegocio e a agricultura familiar”. O agronegocio prospera, os usineiros são os “heróis” de Lula, os trabalhadores pobres do campo continuam sendo expulsos para a periferia das cidades e o processo da concentração da terra é crescente, conforme dados do próprio IBGE.
Desde que assumiu o Ministério de Meio Ambiente em janeiro de 2003 até sua renúncia em 13 de maio de 2008 foi conivente com o receituário neoliberal adotado por Lula: reforma da previdência; PROUNI; projeto de lei 4776/2005 para aluguel de parte da floresta amazônica para a iniciativa privada; liberação dos transgênicos, etc. Por não executar medidas concretas, seu discurso em defesa da ecologia caiu no vazio; de forma oportunista, todos são defensores da ecologia, mas de efetivo nada é realizado.
Ao escolher o Partido Verde para lançar sua candidatura, Marinha Silva não deixa dúvidas sobre seu projeto de conciliação de classes, apesar do linguajar rebuscado, se identificando com a demagogia. Este é um partido que se apresenta como salvador da humanidade, mas só presta serviços à burguesia. Sua prática política não deixa dúvidas: alianças com a oligarquia Sarney no Maranhão; apoio ao governo José Serra em São Paulo (PSDB); aliado de Blairo Maggi em Mato Grosso, apontado pelo GREENPEACE como a personalidade brasileira que mais contribuiu para a destruição da Amazônia; base aliada do presidente Lula, etc, etc, etc. Lembramos que foi o Partido Verde quem indicou o atual Ministro da Cultura, Juca Ferreira. É um partido que faz tudo para barganhar um cargo, não se importando com os princípios políticos e ideológicos.
A política de Marina Silva é convencer o capital a preservar a natureza; é querer desenvolvimento sustentável na sociedade onde o eixo central é o lucro. Será que ela acredita mesmo que esta magia é possível no reino do capitalismo?
Em segundo lugar, esta posição não só confunde o partido, mas representa mudança total na tática, deixando de lado a tarefa de ser o “guarda chuva dos socialistas”.
A confirmação desta possibilidade, que não concordamos, representará uma adesão completa à política de conciliação de classes, seguindo ainda em sua infância os passos que o PT adotou em sua fase adulta.
Não é para fortalecer este tipo de tática que militamos no PSOL.
Sabemos das dificuldades que enfrentamos na construção do PSOL. Não é fácil uma campanha de uma candidatura própria, mas sem sacrifício nunca pavimentaremos o terreno para construirmos uma sociedade socialista.
Temos que dar continuidade ao desafio de organização da classe trabalhadora, combater a pobreza e a concentração de renda. É necessário eliminar por vez a especulação financeira, o aumento da dívida pública que, com juros espoliadores, só beneficia o grande capital e o imperialismo, mantendo milhões de brasileiros quando muito no regime de minguada bolsa família.
Precisamos que o Estado destine pesados investimentos em setores estratégicos da economia, que as riquezas geradas pela exploração do petróleo e exploração dos minerais estejam completamente sob o controle dos trabalhadores e de toda a nação. Que o Estado invista pesado na modernização do campo e na democratização do uso da terra. Que a riqueza produzida seja canalizada para resolver definitivamente o problema da estrutura produtiva, da educação, da saúde, da moradia, do saneamento básico, do desenvolvimento científico, tecnológico e cultural.
A afirmação de uma política socialista, que aponte rumos para superar a exploração e a opressão é o sentido de nossa luta.
Pela sua história de luta e pelo respaldo que possui entre os trabalhadores, é Heloísa Helena que naturalmente representaria o PSOL nas eleições de 2010, como candidata à presidência. Na sua impossibilidade, vamos escolher um dos companheiros que colocam seus nomes à disposição. Vamos fazer todo esforço para encontrar um nome do partido que seja aceito por todos os militantes.
Não adianta construir partido onde só uma meia dúzia de líderes decide tudo. Vamos convocar as bases a assumir este desafio, vamos definir critérios democráticos e confiáveis para eleição de delegados e vamos transformar a Conferência Eleitoral em um verdadeiro Congresso do PSOL para aprovar o programa político e escolher o candidato a presidente.

Saudações Socialistas

Diretório Municipal de Imperatriz
Cicero Nunes - Executiva Estadual
Carlos Leen - Executiva Estaudl
Carlos Lopes - Diretório Estadual
Homete Vieira - Diretório Estadual
Cleumir Pereira - Diretório Estadual
Wilson Leite - Pres. do PSOL de Imperatriz
Emanuel Chaves - Militante de Imperatriz
Wellyngton Chaves - Militante de Imperatriz
Felix Lima - Militante de Imperatriz
Jaime Rabelo - Militante de Imperatriz
Antonio Guimaraes - Militante de Imperatriz
Jucely Alves - Militante de Imperatriz
Jean Aparecido - Militante de Imperatriz
Hilário Barbosa – Militante de Imperatriz
Vera Lúcia – Militante de Imperatriz
Francineirde Pereira – Militante de Imperatriz
Margarida Pessoa – Militante de Imperatriz
Atuação do PSOL nas eleições de 2010‏


Tendo vivido a experiência da participação direta na “disputa” eleitoral nos anos de 2006 e 2008 e a aproximação do pleito de 2010 no qual temos a tarefa de mais uma vez propagar propostas mais definidas para tirar nosso maranhão do atraso continuar na defesa ideológica da alternativa socialista à classe trabalhadora.

Tenho refletido muito na forma que precisaríamos ocupar este espaço, que será de aproximadamente 1min e 45 segundos, mas que nos traga um saldo positivo no que diz respeito ao reconhecimento dos pares de nossa classe aos nomes que venham a cumprir este papel.

Identificar um tema foco, direcionado ao perfil dos nomes na disputa – aos cargos de senador, deputado federal e estadual -, se mostra a estratégia mais racional. Cada um focalizando num tema necessário de discussão aos maranhenses, extraído de um plano de PODER DA CLASSE TRABALHADORA AOS MARANHENSES e concentrados na figura do candidato maior da legenda, o Governador.

A aliança com o PSTU é de essencial importância, pois demonstrará uma maturidade do partido e a demonstração aos de esquerda autênticos, que por ventura estejam em siglas já abraçadas pelo capital, mas que pessoalmente não concordam com tal, desde que reconheçam que só se juntando àqueles que não acreditam no reformismo como a saída para os maranhenses.

Os militantes que possam vir defender alianças com partidos reconhecidamente de direita – como o PV e outras siglas nanicas moralmente – com o argumento que seria nossa saída do “isolamento” – para mim é pressa de pôr em prática seu desejo intimo de estar de braços dados ao poder de direita. Esse tipo saída não fará parte da defesa de partido que defendi até hoje.

Defendemos a idéias de uma discussão profunda em apresentarmos todos os nomes do partido nessa tarefa, para deixar claro aos militantes que é neste momento – o de construção – que mais o partido necessita da dedicação de seus filiados e que os frutos da dedicação dos mesmos sejam reconhecidos por todos.

Em Imperatriz vejo a repetição, mais uma vez, da omissão de valorosos militantes por questões familiares e/ou profissionais, como se no capitalismo um dia terão tal conforto, e quando este dia chegar terão um resultado eleitoral expressivo. Enquanto isso projetos pessoais se incorporam no seio do partido, como se aquele que vem com esse projeto fique após ver o resultado nas urnas.

A questão econômica deve ser nosso único obstáculo, mas com um planejamento dessa militância articulada superemo-lo para que tenhamos alcançado nosso objetivo maior – formarmos uma vanguarda de esquerda com a participação dos trabalhadores em todos os 217 municípios de nosso estado.

Wilson Leite
Trabalhador Assalariado
Presidente do PSOL de Imperatriz

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

REUNIÃO PSOL DE IMPERATRIZ

O Diretório Municipal do PSOL de Imperatriz realizará neste sábado, 17 de outubro às 15h00, na UEMA/CESI uma reunião da militância para discutir assuntos como:

Pauta:

a) Informes

b)Eleições de 2010 – Proposta política para a campanha eleitoral e candidaturas.

c) Eleição de delegados para o Encontro Estadual do Psol que será realizado dia 07 de novembro de 2009 em São Luís-MA, tendo como pauta as eleições de 2010 – Proposta política para a campanha eleitoral e candidaturas.

Obs. A eleição dos delegados será na proporção de 1(um) delegado para cada 3(três) filiados com direito a voto pressente no Encontro Municipal. Os filiados com direito a voto serão os que constam na lista encaminhada ao TRE no primeiro semestre, ou seja, segue o mesmo critérios adotado para eleição dos delegados para o II Congresso Nacional do PSOL.

Após muitas conversas entre os dirigentes, todos concordam que é preciso tomar decisões e por no papel alguns objetivos a serem alcançados, em nível de atuação política, pelos militantes do PSOL.
NOVOS "QUADROS" DO PSOL DE IMPERATRIZ
O Partido Socialismo e Liberdade - Diretório de Imperatriz deu entrada no TRE de Imperatriz no último dia 08 de outubro, a nova lista de filiados com a inclusão de mais nove (9) trabalhadores que fortalecerão a trincheira de luta por um política feita por trabalhadores e para trabalhadores, são eles:

Profa. Maria Suely Martins - Santa Inês;
Profa. Neuza Alzira Gemes - Vila Lobão;
Promoter Josemar Lopes - Boca da Mata;
Autônomo Jasiel Maceno - Vila Lobão;
Serv. Púb. em Segurança José Pedro Silva Torres - Centro;
Motorista Jucely Alves Filho - Santa Inês;
Serv. Púb. Municipal Hilário Barbosa de Abreu - Sol Nascente;
Porteiro Raimundo N. do Nasc. Santos - Santa Rita;
Pedreiro Felix Lima e Silva - Boca da Mata;

Totalizando um número qualitativo de quarenta filiados, formalmente, e uma soma de simpatizantes atuantes que acreditam na proposta política do PSOL, muitos deles conhecidos e próximos aos militantes e uma outra soma de anônimos que esperamos a vinculação formal ao partido, e assim, consigamos uma inserção e atuação mais direta no seio dos trabalhadores.